CPI da Covid propõe pensão para órfãos da pandemia e marca último depoimento.

CPI da Covid propõe pensão para órfãos da pandemia e marca último depoimento.

Após uma semana sem atividades, na manhã desta sexta-feira, 15, os membros da comissão se reuniram remotamente e decidiram que o membro do Conselho Nacional de Saúde (CNS)Nelson Mussolini, será o último nome a depor à CPI, na próxima segunda-feira, 18. Ele também é integrante da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

Antes de decidir pela oitiva de Mussolini, os senadores aprovaram quatro requerimentos para convocação de autoridades que participaram na quinta-feira, 7, de reunião da Conitec em que foi retirada de pauta a votação de um relatório que não recomenda o uso de “kit covid” no tratamento ambulatorial de pacientes.

Em agosto, representantes do governo federal e do Ministério Público Federal fizeram sugestões para o aprimoramento do PL já em tramitação na Câmara. Entre as observações feitas durante reunião da Comissão de Seguridade Social e Família da Casa, as autoridades apontaram que o projeto não cria distinção entre órfãos de pais que eram trabalhadores protegidos pela Previdência Social, com dependentes igualmente protegidos, e entre aqueles em situação de vulnerabilidade social, o que poderia levar a uma sobreposição de benefícios no caso daqueles que já receberiam pensão previdenciária por morte dos pais. Outro ponto citado é que aproposta não limita a quantidade de pensões que podem ser acessadas por família.

Convocações

Na reunião desta manhã, além de Mussolini, foram aprovadas pela CPI as convocações de Carlos Eduardo Menezes de Rezende, representante da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); Elton da Silva Chaves, representante do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems); Luiz Claudio Lemos Correa, representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

As quatro autoridades fazem parte da Conitec, que teria sido pressionada por aliados do Planalto a adiar a análise do relatório, encomendado pelo governo, contrário ao uso do chamado “kit covid”.

O vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que nem todos os convocados serão necessariamente ouvidos, já que o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), decidiu realizar apenas mais uma oitiva, no dia 18.

Fonte: Estadão

catufm

Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”.    O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”. O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

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