Miguel Calmon: Incêndio atinge parque ecológico que abriga nascentes de rios

Miguel Calmon: Incêndio atinge parque ecológico que abriga nascentes de rios

Um parque ecológico em Miguel Calmon, no Piemonte da Diamantina, é atingido por um incêndio. As chamas no Parque Estadual Sete Passagens estão ativas desde esta quinta-feira (14). Conforme o G1, o fogo começou na região do povoado de Covas. Depois, se alastrou pela vegetação, atingindo uma área de preservação ambiental.

O parque abriga nascentes que contribuem para o volume do Rio Itapicuru-mirim, afluente importante da Bacia do Rio Itapicuru. O manancial ajuda ainda a barragem de Pedras Altas. Não se sabe se o local foi afetado. Trabalham na contenção do fogo brigadistas e são aguardados bombeiros militares, além de uma aeronave.

Conforme o Climatempo, a previsão é de chuvas para esta sexta-feira (15). Segundo o Grupo de Bombeiros Militar da Bahia (GBM), em três cidades os incêndios foram considerados extintos. São os casos de Riachão das Neves, Cotegipe e Buritirama, no Oeste baiano. Veja abaixo as cidades ainda com incêndio ativo:
Itaguaçu da Bahia – Os bombeiros continuam no monitoramento com o auxílio das aeronaves.

Wagner – Continua o monitoramento e os bombeiros estão percorrendo todo o perímetro.
Barreiras – A guarnição continua o monitoramento e o combate direto em possíveis novos focos com o apoio das aeronaves.

Barra – A guarnição continua no monitoramento das áreas combatidas anteriormente com o apoio das aeronaves.

Ibotirama – Os bombeiros realizam o monitoramento e combate com o apoio das aeronaves.

Paratinga – Continua o combate de forma direta. 

Campo Alegre de Lourdes – Continua o combate direta na região da serra, próximo a comunidade do Baixãozinho. Um drone realiza o monitoramento aéreo.

Bahia Notícias

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Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”.    O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”. O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

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