CPI da Covid: veja a versão final do relatório que será lida nesta quarta

CPI da Covid: veja a versão final do relatório que será lida nesta quarta

As mudanças no relatório ocorreram depois que a minuta do documento vazou antes de ser lida por todos os integrantes do G7. O vazamento gerou profundos desgastes com críticas contundentes do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), ao relator, Renan Calheiros.

Nesta quarta-feira (20), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 se reúne para fazer a leitura do relatório final. O documento é o compilado de tudo que foi apurado nos quase seis meses de reuniões, desde a abertura, em 27 de abril deste ano. Nele também estão sugestões de indiciamentos e pedidos de investigações. A partir do relatório, órgãos fiscalizadores serão acionados para darem continuidade às investigações. 

Veja a versão final do documento aqui. (clique)

O documento, elaborado pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL), tem 1.180 páginas e pedido de indiciamento para 66 pessoas e duas empresas. Foi alterado após uma reunião de Calheiros com outros integrantes da comissão, na noite de terça-feira (19).

No documento finalizado, Calheiros retirou o pedido de indiciamento do presidente Jair Bolsonaro pelo crime de genocídio contra povos indígenas. A proposta chegou a ser incluída em uma prévia do relatório, mas não houve consenso entre os senadores. Em reunião na noite de terça-feira (19), o G7, grupo majoritário da CPI, decidiu retirar a indicação do crime. Também foi desconsiderado o pedido de indiciamento de advocacia administrativa contra o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ).

As mudanças no relatório ocorreram depois que a minuta do documento vazou antes de ser lida por todos os integrantes do G7. O vazamento gerou profundos desgastes com críticas contundentes do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), ao relator, Renan Calheiros.

Fonte: R7

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Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”.    O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”. O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

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