Datafolha: 81% dos brasileiros apoiam ‘passaporte da vacina’ para locais fechados

Datafolha: 81% dos brasileiros apoiam ‘passaporte da vacina’ para locais fechados

Uma parcela de 81% dos brasileiros é favorável à cobrança de um “passaporte da vacina” contra a Covid-19 para a entrada de pessoas em locais fechados, como bares, restaurantes, casas de show e escritórios, de acordo com um levantamento do instituto Datafolha. Outros 18% são contrários à exigência do comprovante de vacinação, enquanto 1% não soube responder.

Segundo o Datafolha, o maior percentual de favoráveis à medida ocorre entre mulheres (87%), pessoas com mais de 60 anos (87%), com ensino fundamental (86%) e que ganham até dois salários mínimos (85%).

Os grupos com maior rejeição à obrigatoriedade da vacina para entrar em lugares fechados são homens (24%), pessoas de 25 a 34 anos (22%) e que ganham mais de dez salários mínimos (28%).

O apoio à exigência da vacinação é maior no Sudeste (84%) e menor na região Sul (75%). Também há maior apoio entre espíritas (87%) e católicos (85%) do que entre evangélicos (76%). Entre as ocupações, as donas de casa são as mais favoráveis (90%), e os empresários (60%) a categoria em que o apoio é menor.

A pesquisa foi feita por telefone nos dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais em todos os estados do Brasil. A margem de erro é de 2%, para mais ou para menos. bnticias

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Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”.    O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

Comentarista da Jovem Pan se desculpa após sugerir matar judeus para salvar O jornalista José Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan, associou o sucesso econômico da Alemanha ao Holocausto, ataque aos judeus que foi ordenado pelos nazistas entre 1938 e 1945, durante edição do Jornal da Manhã, nesta terça-feira (16). Após repercussão, ele pediu desculpas e disse que foi um “mal-entendido”. O profissional citou o acontecimento durante discussão com a jornalista Amanda Klein, ao acusar a chanceler alemã Angela Merkel de tentar interferir na soberania da Amazônia. Amanda Klein então rebateu: “Quem dera o Brasil chegar aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha”. Em tom irônico, José Carlos Bernardi afirmou que o país teve sucesso após assaltar e matar “todos os judeus” e que o Brasil teria que fazer isso para ter o mesmo poder econômico que o país alemão. “É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico dos judeus, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, declarou. A declaração de José Carlos repercutiu negativamente nas redes sociais, e ele publicou uma nota à imprensa se desculpando pelo comentário. “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no jornal da manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado”, diz José Carlos Bernardi.

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